Um místico de repente, peleja, côco, toré, baião, martelo, cordel, rabeca e viola; é um caldeirão borbulhante de todas as influências sonoras e literárias do nordeste brasileiro, sem o estereótipo do conservadorismo tradicional e imutável, É um disco para o mundo, marcante, definitivo, atemporal, poético e percussivo; regional e contemporâneo; primitivo e transcendental. Assim caminha o Imbolê, entre guitarras distorcidas, violas e rabecas, zabumbas, cítaras e grooves eletrônicos.
Produzido por Robertinho do Recife, com participação especial de Zé Ramalho e a poesia surrealista de Zé Limeira,