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Romulo Fróes
Hoje em dia é difícil conseguir ouvir algo atual e relevante que se preocupe com beleza e tradição. Assim é a música de Romulo Fróes, enche os ouvidos pela a qualidade das canções, universais e atemporais, e também pelas características ricas da produção. Ele começou a carreira na música há 10 anos, com a banda Losango Cáqui, onde compunha, tocava violão e cantava. Lançaram dois álbuns, um homônimo, em 1998, e #2, em 2000. Com o fim do grupo, Romulo seguiu sozinho pela linha entre a tradição e a contemporaneidade. Em 2001 gravou um EP com quatro faixas, canções tristes em português, com clima entre a típica tristeza do samba e da bossa de Batatinha, Nelson Cavaquinho e Dorival Caymmi e a melancolia discreta de bandas como Low e Red House Painters. Um violão bossa nova, vocais suaves, letras lindas, guitarras jazzy, levemente distorcidas, backing vocal feminino, contrabaixo acústico tocado com arco. Detalhes que deixam tudo tão rico e bonito
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